A sina do Nilo

Sonia Racy

12 de fevereiro de 2011 | 23h06

Depois dos faraós, que caíam do trono por morte -fosse ela natural ou por assassinato- e das dominações, o Egito deu início a uma safra de ciclos, digamos assim, “duradouros”. Primeiro em 1923, com o rei Farouk, que abdicou 30 anos depois sem conseguir deixar seu filho Fuad, de um ano, no trono. Daí entrou o movimento nacionalista, costurado por Abdel Nasser. Foram 17 anos até sua morte, em 1970. Seu vice, Anuar Sadat, assumiu, e lá se foram mais 15 anos até ele ser… assassinado. O vice Mubarak subiu e agora caiu, três décadas depois… ao tentar indicar seu filho para sucessão.

Decifra-me. Que eu te devoro do mesmo jeito.

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