A seis mãos

Sonia Racy

24 Junho 2011 | 23h10

Se há um legado que Dilma quer deixar para o País é o da melhor gestão. De olho nessa meta, a presidente pediu para Gleisi Hoffmann para, em conjunto com Miriam Belchior, se concentrar no tema. Herança do governo Lula, o Instituto de Desenvolvimento Gerencial, de Vicente Falconi, assinou contrato ainda na gestão de Paulo Bernardo, no Planejamento, para trabalhar nesse sentido. Mas o esforço pouco avançou barrado pela gigantesca “burrocracia”.
A “Dilma da Dilma”, reconhecida por sua maneira eficiente de gerir assuntos complicados, não pretende perder mais tempo.
Quem diria: a nova chance de colocar a casa em ordem está sendo protagonizada por três mulheres.