A luta é livre

A luta é livre

Sonia Racy

19 de outubro de 2014 | 01h10

Foto: Paulo Giandalia/Estadão

Quando Eduardo Munrá percebeu o desinteresse de seus alunos pelo treinamento tradicional, botou a cachola para trabalhar. Faixa preta em jiu-jítsu e ex-lutador profissional de MMA, o gaúcho aproveitou o conhecimento adquirido nas artes marciais para desenvolver uma técnica que aliasse treino aeróbico com movimentos de lutas e exercícios específicos. Estava criado o Funcional Fight. “Acho que parte do sucesso do método é que ele define o corpo de forma harmoniosa, alivia o stress, ajuda na disciplina e a manter o foco”, explica Munrá – que dá aula na academia Sett Coaching. Aos 42 anos, ele hoje treina de executivos a it-girls. Diante dos resultados, as indicações se multiplicaram, assim como seus seguidores no Instagram. Haja espaço no tatame.

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