À flor da pele

Sonia Racy

26 de março de 2011 | 23h05

Apesar de estar no olho do furacão da briga interna do PV, Marina Silva não deixou de acompanhar o passo a passo do mais recente acidente nuclear. Ela classifica de absurda a afirmação da Eletronuclear, que opera Angra 1 e 2. A de que as usinas brasileiras são mais seguras que as do Japão.

E estuda a possibilidade de propor plebiscito para saber se a população quer ou não que o País continue com seu programa nuclear.

E na paralela, segue para os EUA, onde fará palestra em duas universidades americanas sobre… sustentabilidade.

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