A Fazenda é ‘X’ da questão

Sonia Racy

15 de maio de 2010 | 06h10

Se nenhuma pedra rolar fora do caminho, Dilma e Serra devem estar juntos em Nova York, quarta e quinta da semana que vem.

Atendem a convite feito pelo Itaú para palestrar no tradicional seminário anual organizado pelo banco. Fechado para o público, o intuito da instituição financeira é o de colocar em contato investidores internacionais peso-pesados e requisitados presidentes de empresas brasileiras. Henrique Meirelles também dará palestra.

Isso quer dizer que Dilma e Serra vão comparecer à premiação de Meirelles, como Homem do Ano, quinta à noite, no Waldorf Astoria? Pelo que se apurou, o tucano tem que estar, impreterivelmente no Brasil, sexta pela manhã. Dilma fica.

Essa coluna passou dois dias conversando com altas fontes do sistema financeiro para apurar como eles percebem os dois candidatos à Presidência, qual acham melhor para o Brasil e falar sobre o bate-boca entre Serra e Miriam Leitão, do Globo, onde o candidato foi duro e inflexível.

Curto e grosso: o setor financeiro acredita que sabe o que esperar de Serra. E diz desconhecer o que aguardar de Dilma.

Ponderam, no entanto, que só saberão mesmo quais serão as linhas mestras quando um dos dois for escolhido e escolher seu ministro da Fazenda.

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