A carne é forte

A carne é forte

Sonia Racy

15 Março 2015 | 01h10

Foto: Iara Morselli/Estadão

Após quinze anos morando nos EUA – onde abriu várias unidades da churrascaria Fogo de Chão –, Jair Coser vendeu a rede ao fundo GP Investments, por algo como US$ 400 milhões, e voltou ao Brasil. Mas não conseguiu ficar longe do ramo durante muito tempo. Resolveu investir em parrilla argentina, por meio do Corrientes 348 (“Teremos mais uma unidade no Rio de Janeiro e outra em São Paulo até o fim de 2015”), e na gastronomia tex-mex, via rede Sí Señor! (“A meta é abrir pelo menos cinco endereços pelo País todos os anos”). No tempo livre? “Nada de mais… tenho outro projetinho que está quase saindo”, conta, discreto. Trata-se “apenas” de um terminal portuário em Itajaí (SC), a ser inaugurado em maio. A gula, afinal, não precisa ser pecado.