A 11ª cadeira

Sonia Racy

04 de fevereiro de 2017 | 01h00

Depois da decisão do STF sobre Edson Fachin, os meios jurídicos se voltam para tentar saber quem Temer vai escolher para o Supremo. Pelo que se ouviu, qualquer dos nomes que circulam mais fortemente pode ser o nome. Mas muitos acreditam que a definição dependerá da política. “Mesmo já tendo o Rodrigo Maia na Câmara e o Eunício no Senado, o presidente continua precisando mesmo é do… Congresso”, avalia um jurista. Ou seja: ele tem de ser aceito, ou pelo menos não rejeitado, pelas lideranças e pelas grandes bancadas.\

Cadeira 2
É nesse contexto que sobem, ou descem, Ives Gandra Filho, Alexandre de Moraes, Heleno Torres, Herman Benjamin, Flávia Piovesan, Isabel Gallotti... e outros.

Cadeira 3
Esse processo “barulhento” ajuda ou atrapalha? “Em países presidencialistas é isso mesmo”, avisa Oscar Vilhena, da Direito GV. Em março passado, Obama indicou nome para a Corte Suprema. O ano passou, O governo acabou e o Senado sequer entrevistou seu indicado.

Cadeira 4
Nome novo na praça a ser observado: o do advogado Paulo Lucon.

Haja fígado

Sócio do BTG Pactual suspira aliviado. Depois de oito meses brigando na Justiça americana, pode voltar tranquilo a NY. Acaba de fechar acordo com a boate Provocateur – onde gastou, em junho passado, US$ 340 mil em dois dias. E ao pagar, seu cartão… não passou.

O que bebeu? Na lista estão champanhe Cristal Rose, Dom Pérignon e Tequila Patron Magnum.

Fim de conversa?

Caio Mesquita, da Empiricus, informou ontem em mensagem interna aos funcionários que a consultoria não vai comentar a briga, quinta-feira, entre o analista Felipe Miranda e Tiago Reis, da Suno Research, conforme publicado ontem pelo Estado.

Fim 2
A pessoas próximas, Miranda reconheceu seu erro e disse ter-se desculpado com os organizadores do evento do Crédit Suisse, onde ocorreu o incidente. Sua reação teria sido motivada por fatores extra-profissionais, incluindo a relação com seu filho.

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