Covid já matou 80 agentes penitenciários em São Paulo, segundo sindicato

Covid já matou 80 agentes penitenciários em São Paulo, segundo sindicato

Sonia Racy

10 de abril de 2021 | 00h50

A vacina do Instituto Butantan. Foto: Governo de São Paulo.

Chegou a 80 o número de policiais de presídios paulistas que morreram vítimas da covid-19, segundo o Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado. Em âmbito nacional, são mais de 48 mil casos detectados e 149 óbitos de presos, de acordo com números do Departamento Penitenciário Nacional.

“Muitos servidores estão exaustos e faltam policiais no sistema”, contou Fabio Jabá, do Sifuspesp.

Linha de frente 2

Nivaldo Restivo, secretário paulista de Administração Penitenciária, disse que os números oficiais registravam 72 óbitos de policiais penais, ontem. E avisa: 85% dos agentes da linha de frente receberam a primeira dose da vacina.

Estampa

Uma vaquinha, online, arrecadou, em um mês, R$ 13 mil para distribuir outdoors pelo interior contra Bolsonaro com frases como “cemitérios cheios, geladeiras vazias”.

Oito já foram instalados, cinco na região do ABC, segundo João Viana do movimento Acredito, de renovação política – iniciativa semelhante ocorreu em Minas Gerais.

Colheita

Mesmo com os sinais de desistência de Bolsonaro, seus apoiadores estão nas ruas angariando assinaturas para oficializar o Aliança pelo Brasil, partido para abrigar o presidente. E pressionam a Justiça Eleitoral para checar os nomes colhidos na pandemia.

Além-mar

Fernando Henrique Cardoso, Michel Temer e Collor são alguns dos ex-presidentes que já confirmaram participação no curso sobre história da diplomacia brasileira desde o Império até hoje. Entre os professores estão Celso Lafer, Antônio Patriota, Rubens Ricupero e Aloysio Nunes. As aulas do 1º Curso da Diplomacia Brasileira do CEBRI começam em maio, online.

Na tela

Eliane Scardovelli, repórter da Globo, dirigiu o curta A Vida que eu Sonhava Ter, que participa do festival É Tudo Verdade. O documentário reflete sobre vida afetiva e sexual de mulheres de 62 a 84 anos, renúncias e abusos. A fotografia é do seu parceiro, Rafael Batista. O filme pode ser assistido na plataforma Looke, amanhã.

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