País precisa ‘desorganizar o crime’, diz presidente do Etco

Sonia Racy

12 Janeiro 2017 | 00h30

Em reunião no Ministério da Justiça, anteontem, Edson Vismona, do Instituto Etco – que combate o contrabando e a pirataria comerciais – deixou um pacote de 21 sugestões para enfrentar as máfias de drogas e de armas e fiscalizar as fronteiras. Ao lado de outras entidades, ele debateu, em uma comissão voltada para a repressão a roubos de cargas, iniciativas que ajudarão o governo na montagem do Plano Nacional de Segurança.

Com a experiência de quem estuda, há muito tempo, formas de enfrentar contrabandistas de bebidas, eletrônicos e vestuário, entre outros, Vismona adverte: “O Estado tem que se preparar para essa guerra. Entender o  desafio, criar uma estratégia e a partir disso ter planos eficazes”.

O que ele sugeriu? Coisas como centros integrados de inteligência nas fronteiras, pontos estratégicos de controle nas estradas, mapeamento de áreas de comércio ilegal. “Temos de desorganizar o crime organizado para poder organizar o Estado”, adverte o empresário.

Tucano na muda

Desde a reunião do PSDB no dia 1.º, na qual perdeu a disputa pela presidência da Câmara, Mario Covas Neto não participou de nenhum encontro do partido ou da bancada. 

E viajou ontem, com a família, para voltar no fim do mês.

Sem tatame

A judoca Rafaela Silva, que faturou o primeiro ouro do Brasil na Olimpíada, estará sábado no Super Desafio de Judô… na plateia.

Vai torcer, na disputa patrocinada pelo Bradesco, por sua irmã. Raquel Silva pertence à categoria das meio leves.