Dançando tango no meio da Paulista e da Berrini

Estadão

18 de agosto de 2011 | 17h02

Quem já viajou a Buenos Aires sabe qual é a sensação de ser tirado para dançar no meio da rua, ao som de Carlos Gardel. O projeto Tango na Rua, criado em 2009 pelo advogado Jairo Braz, reúne professores e admiradores do ritmo para dançar e trocar dicas sobre as coreografias. As reuniões acontecem no terceiro domingo de cada mês – como agora dia 21 -, às 17h, na Praça General Gentil Falcão, que fica na Luís Carlos Berrinni, Brooklin. De vez em quando, o grupo também aparece ao lado da estação Consolação do Metrô, na Avenida Paulista (o próximo evento ali está programado para novembro). Quem passou a organizar os eventos é Leonardo Morais, dono de uma empresa de informática. “Os passantes ficam olhando, alguns até ameçam dançar”, conta.  “Mas é tudo espontâneo, nós não forçamos ninguém”.

Leonardo, que começou a dançar tango em 2001, tem um cadastro de todos que já participaram e envia uma mala direta com a data  por e-mail.  “Para dar certo, precisamos de um certo número de pessoas”, diz. “Por isso, eu faço os convites”. Entre os habitués da Berrini,  estão professores de tango, que ensinam alguns passos para os iniciantes. Nos eventos da Paulista também há participação de professores, mas não acontecem aulas. “Lá o encontro é mais livre, as pessoas simplesmente dançam”, conta Leonardo. Os encontros do Tango na Rua duram entre 2 e 3h. “Só paramos quando acaba a bateria do equipamento de som”.

(Com colaboração e foto de Karina Trevizan/AE)

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