Torcida por Bebel supera suspense em torno do quem-matou

Torcida por Bebel supera suspense em torno do quem-matou

Cristina Padiglione

14 de setembro de 2007 | 19h29

Dependentes químicos de “Paraíso Tropical” se mostram mais tensos em relação ao fim reservado a Bebel, a adorável prostituta de Camila Pitanga na novela das 9, do que com a solução do dilema quem-matou-Thaís.

O debate, diga-se, nem é restrito aos viciados. As colegas de Bebel lá em Copa, todas a dourar na areia, comentam freneticamente sobre o capítulo da véspera entre um telefonema e outro de negócios. Quase ninguém lembra que há um crime a desvendar.

A platéia, e não só das colegas, torce pelo final feliz da bonitona. E ameaça promover ressaca à audiência da próxima novela (ainda que Aguinaldo Silva, coitado, nada tenha a ver com as linhas de Gilberto Braga e Ricardo Linhares), caso os autores da vez matem a personagem. Pois muito já se fala por aí sobre o óbito de Bebel. Resta a esperança de que tudo seja pista falsa: Braga e Linhares prometem rascunhar oito finais para a novela, todos a serem gravados em 28 de setembro, dia em que vai ao ar o capítulo derradeiro.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.