“The Good Wife” tem primor de cinemão

“The Good Wife” tem primor de cinemão

Cristina Padiglione

20 de outubro de 2009 | 16h06

Eterno Mr. Big (“Sex And The City”), Chris Noth agora dá voz a Peter Florrick, promotor casado, pai de dois filhos, mas, que diacho, andou pegando umas moças de família quase boa por aí e foi amplamente pego de calças curtas: o adultério foi filmado e as imagens, “despretensiosamente” vazadas para a imprensa por um promotor inimigo de Florrick.
Sabe aquela cena clássica da figura pública que, amparada pela esposa, encara um batalhão de flashes e microfones para anunciar que está renunciando ao cargo, até que as investigações comprovem sua inocência, bláblábláblá? A sequência abre “The Good Wife”, nova série comprada pelo Universal Channel. Coisa bem produzida, tem toda pinta de cinemão. Pense aí no que você quiser: figurino? cenário? áudio? interpretação? script? make up? Nada falha.

A senhora Florrick, no caso a boa esposa que dá nome à série, é Julianna Margulies. Advogada que largou a profissão para se dedicar ao marido, a bonitona se vê forçada a retomar a profissão e, claro, bem ao gosto das plateias hollywoodianas prontas para arrebatar bilheteria feminina, mostra-se supervitoriosa logo na primeira causa que encara.

Pra quem adora conto de fadas depois que os príncipes viram sapos, a nova série é de causar dependência diante da tela: adorei.

Estreia em 9 de novembro, às 22 h.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: