Terê conta a Santo que Miguel é seu filho

Terê conta a Santo que Miguel é seu filho

Cristina Padiglione

23 de junho de 2016 | 19h02

Tere

Ponto essencial para o andamento da saga de Benedito Ruy Barbosa, a revelação da verdadeira paternidade de Miguel (Gabriel Leone) para Santo (Domingos Montaigner) está jurada, sacramentada e gravada, com previsão de ir ao ar no dia 1º de julho, em Velho Chico.

A tão esperada cena foi gravada às margens do São Francisco de verdade, nada de Jacarepaguá ou Estúdios Globo, em Alagoas.

Sinal dos tempos, a necessidade de promover acontecimentos que agilizem o folhetim é latente. É um engano acreditar que Velho Chico é uma novela lenta, quase parando, sensação reforçada pela excepcional trilha sonora, mas que não se traduz no dia a dia da história. Takes de rio, folhagens, estradas de terra e montanhas não impedem que todo capítulo traga um novo elemento ao enredo, desenvolvido pelo neto de Benedito, Bruno Luperi, sob a primorosa mão de Luiz Fernando Carvalho. Tudo se dá a seu tempo, sem linguagem clipada e com conteúdo plenamente estofado de acontecimentos. Não há diálogo jogado fora, pode notar.

Velho Chico, novela que vale cada minuto do espectador, ficará no ar até o fim de setembro, quando dará lugar à urbana A Lei do Amor, de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villares, sob o cenário paulistano.

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