Record cutuca Globo no encerramento de Vancouver

Cristina Padiglione

01 de março de 2010 | 17h42

Só faltou dizer que “nunca antes na história desse país” uma olimpíada de inverno teve tal cobertura na TV aberta. A Record não usou o jargão do presidente Lula, mas o conteúdo da mensagem anunciada ao final da cobertura dos Jogos Olímpicos de Vancouver foi exatamente este.

A Globo, enquanto teve os direitos de transmissão dos jogos de inverno, sempre se limitou a exibir informações e cenas em seus telejornais. Mas, dessa vez, como o cardápio não lhe pertencia, o que se passou em Vancouver nas últimas semanas nem notícia foi considerado.

Já a Record, que tem programação vespertina bem vunerável, pra dizer o mínimo, fez bom uso de todo aquele gelo, dos patins artísticos ao hóquei, passando por esquis e trilhos diversos, sem se acanhar com um festival de reprises.  Resumo da ópera: em 80 horas de Vancouver, somou 6,2 pontos de média de audiência na faixa vespertina (ante 19,5 da Globo e 4,7 do SBT) e 6,9 na faixa noturna (ante 19,2 da Globo e 6,1 do SBT).

No saldo final de todo o mês de fevereiro, a Record subiu 0,3 ponto (de 6,9, em janeiro, para 7,2 pontos). A Globo oscilou de 16,5 para 16,4, e o SBT, de 6 para 5,6 pontos. Os dados são da Grande São Paulo.

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