Record compra direitos de “Betty, a Feia”

Cristina Padiglione

19 de julho de 2008 | 18h25

Sucesso mundial, “Betty, a Feia”, foi vendida para uma centena de países como produto pronto, ou seja, aquele produzido originalmente na Colômbia. Depois teve seu formato patenteado e vendido para outro tanto de interessados em produzir a mesma história com adaptação local, de acordo com a identidade do país onde seria exibida.
A versão mais bem-sucedida dessa Betty à moda da casa é o seriado made in USA, “Ugly Betty”, aliás recém-chegado à nossa TV aberta, via SBT, com boa aceitação da audiência.
A versão colombiana vista aqui pela RedeTV!, há três anos, significou o primeiro título a levar aquela emissora ao patamar constante de 5 pontos de média no Ibope.

Dito tudo isso, cabe a pergunta: por que ninguém havia pensado antes em produzir aqui uma versão de Betty? Porque o Brasil se acha muito auto-suficiente em telenovela, claro, quem se renderia a um formato colombiano?

Pois a Record se rendeu. Pagou pelo direito de fazer sua Betty e já escalou Margareth Boury para adaptar o texto. A previsão é botar a cena no ar na faixa das 7 da noite. E, a julgar pelo histórico de Betty around the world, é bom que a concorrência se prepare para o embate.

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