Paraíso Tropical tem recaída mexicana

Cristina Padiglione

13 de julho de 2007 | 13h27

Bem, depois de ouvir personagem de Gilberto Braga fazendo merchandising de livro de contos do Gabriel Chalita, eu não deveria nem me surpreender, mas vá lá.

Essa troca de gêmeas desenhada nos dois últimos capítulos de “Paraíso Tropical” é mexicana por demais para os padrões do monumental Projac, né não?

A gêmea má jogou a gêmea boa no mar, na esperança de matá-la, mas a dócil Alessandra Negrini foi encontrada pelo Paulo Vilhena, que mergulhava bem ali naquele instante, embora a lancha da Negrini pérfida tivesse feito seu serviço, em tese, longe dos olhares da lancha onde Wagner Moura aguardava pelo Vilhena.

Aliás, a pescaria é boa nessa novela. A Negrini pescou o Fábio Assunção do mar no primeiro capítulo. Agora foi o Vilhena que a pescou.

O melhor foi Bebel, como sempre Camila Pitanga, dizendo que essa menina (Paula) é uma chata.

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