Markun encara faxina necessária

Cristina Padiglione

25 de julho de 2007 | 00h51

Em menos de um mês de atuação, pode-se discordar de uma ou outra ação do novo presidente da Fundação Padre Anchieta, mas, de modo geral, a faxina promovida por Paulo Markun na Rádio e Televisão Cultura até aqui merece aplausos.
Havia equívocos tão consolidados naquela paisagem, que só agora, desmantelados, esses erros são percebidos como tais. E pequenas ações que geram grandes negócios para a satisfação do pessoal têm sido executadas desde o primeiro dia.

Markun, diga-se, coleciona toda a simpatia dos funcionários e vai aumentando sua listinha de inimigos. É coragem que convém ao zelo do bom nome.

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