Galvão: longe dos “errrrrrrrres”, um tom abaixo

Cristina Padiglione

03 de setembro de 2006 | 14h18

Quem não sentiu nessa narração de Brasil X Argentina, agora há pouco, um certo desânimo no ritmo do sempre entusiasta Galvão Bueno quando a seleção brasileira se põe em campo?

Seria em razão da ausência de “Rrrrrrrrrrrrrronaldinho”, digo, o Nazário, ainda tratado no diminutivo pelo locutor sabe-tudo do plim-plim?
Sei não. Só sei que, para um Brasil X Argentina com 3 a 0 de vantagem ao verde-amarelo, Galvãozinho estava um tanto cabisbaixo (para os padrões de Galvão, bem dito).

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: