Ecos da Fazenda

Cristina Padiglione

14 de junho de 2009 | 14h18

Tenho me ligado À Fazenda, da Record, como não me liguei no último Big Brother.
Azar meu, eu sei, mas o comportamento de gente alterada é uma praga que pega. Vi aquele Théo Becker, aquela Babi, e fui ficando.

A Babi discute a relação o tempo todo, até com as paredes. Quando o cara vai falar alguma coisa, aí ela diz que não pediu pra conversar.
Verdade: ela faz monólogo, não tem conversa.
E adora falar em terceira pessoa ao se defender do indefensável argumento de que estaria só representando: “você não conhece a Ana Bárbara Xavier, você conhece a Babi”. Fala sério, vai? E quem é que se justifica entre quatro paredes buscando argumentos “no Brasil”? “O Brasil sabe” isso, “o Brasil sabe” aquilo.
Faz como o 02, Babi: pede pra sair.

E aquele Theo Becker passou do ponto. Gente descontrolada faz a audiência dos realities, óbvio que ele é uma boa para fomentar a bisbilhotice do público. Mas isso só funciona até o limite suportável para o grupo que convive com o cara. Do jeito que vai, essa roça logo desanda.

E viva o Dado, em momento zén, tô amando.

E vaias para a saída do Alexandre Frota do backstage. O cara é bom de estratégias, fez fama na Casa dos Artistas 1, o melhor programa do gênero realizado até hoje no Brasil, e participou da vesão da Fazenda em Portugal. Frota conhece o jogo e faz falta em Itu.

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