Diretora do GNT defende pausa ao “Saia Justa”

Diretora do GNT defende pausa ao “Saia Justa”

Cristina Padiglione

12 de maio de 2010 | 16h14

saia

Diretora do canal pago GNT, Letícia Muhana me reforça a ideia de tratar a pausa imposta ao programa “Saia Justa” como outras interrupções feitas em outros programas da casa ao longo da história do canal.

Cita o “Manhattan Connection”, mas não sem antes lembrar que, naquele caso, a interrupção foi causada pela morte de Paulo Francis.
Cita o “Menu Confiança”, brecado em setembro. Seu chefe e chef, Claude Troisgros, só ganhou o atual “Que Marravilha” há coisa de um mês.
Cita o “SuperBonita”, que trocou o formato antigo por moldes de reality de beleza.

Todos pararam para “pensar” novos moldes.

Mas, contra-argumento, estrear nova temporada de um programa bem no início do ano e, a essa altura, em maio, perceber que há necessidade de reforma, não tem paralelos. E, no caso do “Superbonita”, houve troca de apresentadora. “Mas podia ser a mesma, o que mudou foi o formato”, rebateu Muhana.
Trocando em miúdos, ela não descarta a troca de peças no time hoje composto por Mônica Waldvogel, Betty Lago, Maitê Proença e Márcia Tiburi. Tampouco atribui a uma eventual troca a solução do impasse. Acha apenas que o produto precisa ser repensado. “Bom de tudo não está, claro, ninguém mexe em time que está ganhando”, completou.
A pausa no “Saia Justa” não tem prazo para acabar. Muhana só pretende se debruçar sobre o tema após a estreia do canal Viva, novo filhote da GloboSat, também pilotado por ela, que entra no ar na próxima terça-feira, via Net e Sky.

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