CQC voltou melhor do que em 2010

Cristina Padiglione

15 de março de 2011 | 01h19

Difícil será manter, semanalmente, o ritmo emprestado hoje ao CQC, da Band.
A volta da vez foi melhor que o retorno consumado no ano passado, quando os homens de preto ressurgiram com leve aspecto de mais-do-mesmo, entediadinhos que só vendo.

Claro, como programa de estreia da temporada, é igual capítulo de estreia de novela: mereceu antecedência e preparo extra para chegar ao que chegou. Mas valeu a pena.

Ronaldo na bancada foi um trunfo. Bom, o menino entrou na onda, ridicularizou o italianês de Rafael Cortez, zombou do script dos rapazes da bancada, e, a cada insinuação de sacanagem ali ouvida, rebatia com seu sorriso algo quase infantil.

Puro Fofômetro.

A piada do dia foi a balança lá levada, que lhe assegurou modestos 73,5 kilos.
Para quem precisa de traduções a piadas, vá lá, o jogador admitiu no Twitter, em seguida: “Devo confessar que manipulei a balança”.

E gostei especialmente do “pequeno pônei”, como diz Tas sobre Oscar Filho, no comando do Proteste Já. Sem o cinismo de Danilo Gentili, apanhou com muito mais autenticidade que o colega, que sempre me parecia louco para levar uns cascudos. Não que Danilo não seja divertido como tal, mas as situações abordadas pelo quadro já são tão incômodas a quem está sendo posto na parede, que só o questionamento veemente, como fez Oscar, já basta para aguçar a ira dos culpados. E foi o que se deu hoje.

Que venham outras edições.

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