Calypso é pouco para Cláudia Abreu

Calypso é pouco para Cláudia Abreu

Cristina Padiglione

09 de fevereiro de 2012 | 17h45


FOTOS DE RENATO ROCHA MIRANDA/TV GLOBO

Assim é que Cláudia Abreu e Ricardo Tozzi, ela como uma superpopstar tenobrega, genérico de Joelma, ele como super astro do chamado sertanejo universitário, estrearam nos papéis que os aguarda na nova novela das 7 da Globo. Ainda sem título, o folhetim inaugura os nomes de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira como autores de novelas. As cenas acima são simplesmente um registro de um show em que Cláudia Abreu, na pele da fictícia Chayenne, subiu ao palco com Michel Teló, o super-mega-astro pop brega da vez. O espetáculo contou também com a participação de Tozzi e levou os dois atores a emoções dignas de montanha russa.
Compreensível.
Foi uma apresentação ao vivo, na Barra da Tijuca, para 8 mil espectadores. A direção foi de Denise Saraceni e Bruno Mazzeo, que fará o empresário de Tozzi e Cláudia na novela, passou por lá só para conferir. E se divertiu.

Claudia cantou com Teló o hit “Humilde Residência”, do próprio cantor.

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