Maldição do Grammy abala CQC

Cristina Padiglione

18 de novembro de 2008 | 16h41

Desastre consumado e amplamente alardeado, a sucessão de falhas na transmissão do Grammy pela Bandeirantes só encontra reconforto no deboche da situação.

Foi o que motivou a turma do CQC na edição de ontem, visto que o âncora do programa e o mestre-de-cerimônias do Grammy, Mr. Marcelo Tas, são a mesma pessoa. Ele, coitado, tem nada que ver com a incompetência desfilada no prêmio musical. Mas foi em tom de desculpe-a-nossa-falha, bem-humorado, que Tas driblou as piadinhas dos colegas de bancada, Rafinha Bastos e Marco Luque.
Pra arrematar, a denúncia da semana, matéria de cemitério, foi vítima de pane técnica no áudio, bem na hora de ir ao ar. E estabeleceu-se aí que Tas trouxe para o CQC “a maldição do Grammy”.

Algumas das gafes mais memoráveis do evento já estão bombando no Youtube, caso do link abaixo, que mostra as Irmãs Galvão driblando o constrangimento de ler o nome de Seu Jorge num envelope onde deveria constar os nomes de Chitãozinho e Xororó.

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