Tributo à Legião Urbana: entrevistas rápidas

Estadão

27 de maio de 2012 | 10h30

Emanuel Bomfim

FELIPE HIRSCH – DIRETOR DO SHOW

Existe algum conceito que amarra o repertório?

Não, é mais uma dinâmica de energia, nada cronológico. Coincidentemente, o show abre com várias músicas do Dois.

O fato de ser transmitido pela TV influência o trabalho?

A MTV tem sido bastante delicada e carinhosa em tudo. Eles querem registrar o momento apenas. Não tem nenhum tipo de pedido. A ideia não é fazer um especial de TV ao vivo.

O que você quis para o cenário?

Eu pensei numa coisa que fosse menos tecnológica e mais uma escultura, algo que lembre artistas como Bruce Nauman e James Turrell.

Como tem sido a performance do Wagner Moura?

O Wagner é a pessoa com mais carisma que eu conheço. Ele estava nervoso, mas usa bem essa imagem do fã que foi pinçado para cantar aquelas músicas em tributo à Legião.

ZICO GÓES – DIRETOR DE PROGRAMAÇÃO DA NTV

Como foi o acordo com a família?

O pano de fundo é que boa parte das músicas, e o uso delas, dependia da liberação deles, porque pertencia ao Renato, inclusive a marca Legião Urbana. Se a família não entrasse na história, a gente ficaria restrito, faria um show menor. Estava ficando meio estranho.

O fato de ser o Wagner Moura era um problema para eles?

Não, até porque já tinham cedido canções para os filmes dele. A questão principal era a preocupação de que não fosse um cover de Renato Russo. E nunca foi a intenção nossa.

Por que vocês escolheram o Wagner para este tributo?

Ele é um cara que a gente está namorando há um tempo. A gente queria que ele participasse de alguma coisa da MTV. Para nós, ele é o maior ator do Brasil, um cara íntegro, e que não tem contrato com a Globo, que facilita muito as coisas.

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