Torture Squad quase ofusca o show do Overkill

Estadão

10 de novembro de 2011 | 22h18

Paulo Roberto Lins – especial para o Combate Rock

Quando vi o Torture Squad pela primeira vez ao vivo, na seletiva do Wacken Open Air de 2007, em São Paulo, não pude acreditar que aqueles caras ainda estavam batalhando por um lugar no meio de um concurso nacional. Naquela época, nada deviam a bandas com Sepultura e Krisiun.

Hoje eles estão muito, mas muito melhores, e ouso cometer a heresia: fazem um show mais intenso e insano que o próprio Sepultura, que ressurgiu em altíssimo nível neste ano com o excelente CD “Kairos”.

Por isso não me surpreendeu que a banda tenha feito uma apresentação perfeita em 5 de novembro no Carioca Club, em São Paulo, na abertura do show dos mestres Overkill. Nível de qualidade altíssimo, deixando no bolso muita banda sueca e norte-americana de metal extremo.

Foram apenas 30 minutos, mas que foram muito bem aproveitados. Muita gente que não os conhecia simplesmente decretou que o show do Torture Squad tinha sido melhor que o do Overkill. Evidente exagero, mas não foram poucos os que falaram tal coisa.

O vocalista Vitor Rodrigues estava insano e mostrou que é um artista de primeiro nível internacional, assim como o preciso baixista Amílcar Cristófaro (bateria). “Pandemonium” foi a música que mais agitou. Pena que ficou o gostinho de “quero mais” após a meia hora de paulada sonora.

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