Showman, líder do Gogol Bordello diverte jornalistas

Estadão

08 de abril de 2012 | 23h30

Gogol_Bordello_2.jpg

Jotabê Medeiros – O Estado de S.Paulo

“Não importa se a gente toca às 10h da manhã ou à uma hora da madrugada”, disse o líder do Gogol Bordello, Eugene Hutz, em divertida entrevista coletiva agora há pouco na sala de imprensa do Lollapalooza Festival.

Ele brincou com um repórter que queria saber se sua música era mainstream por ser a expressão do punk cigano. Disse tratar-se apenas de “pioneirismo”, e respondeu com bom-humor à questão de que, por ser cigano, tem uma namorada em cada lugar por onde passa. “As mulheres são as minhas musas”, brincou.

Sobre a natureza andarilha de sua origem cigana, ironizou: “Soube que o cantor do Sepultura, Derrick, veio de Cleveland. Que agora ele está morando em Praga. Acho que isso responde um pouco à sua pergunta: ele é como eu sou”.

Afirmou que o Brasil é como um pote de ouro para a tradição musical, e que o maracatu, o samba, o frevo, o funk carioca e tudo que viu pelo País o convenceram da excelência de uma tradição incomum.

Ao final, desafiado, disse que tinha um português “perfeito” e cantou um samba. “Vai saudade, me deixa em paz, leva contigo essa tristeza, vê se nao me atormenta jamais”.

Tudo o que sabemos sobre:

Gogol BordelloLollapalooza

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.