Rock in Rio começa com atrasos, problemas no som, e shows mornos

Estadão

24 de setembro de 2011 | 00h25

Lucas Nóbile – O Estado de S. Paulo

A quarta edição do Rock in Rio no Brasil teve início, com atraso de vinte minutos, no Palco Sunset, o secundário, criado com o intuito de promover encontros entre artistas de linguagens semelhantes ou completamente diferentes. O primeiro dia deste palco – sempre com previsão de receber quatro shows diariamente – teve um saldo negativo: tanto no quesito equalização quanto no musical.

Problemas técnicos castigaram os primeiros momentos do festival - Vanderlei Almeida/AP
Vanderlei Almeida/AP
Problemas técnicos castigaram os primeiros momentos do festival

O atraso, lamentavelmente, foi causado por problemas técnicos no som, algo inaceitável para um festival de tal magnitude como o Rock in Rio, que até aqui tem se mostrado exemplar em todos os outros aspectos de organização. Mas a produção parece ter se esquecido justamente do principal, o equilíbio sonoro (em todos os sentidos) e a curadoria equivocada.

Para se ter uma ideia, durante a apresentação de Bebel Gilberto e Sandra de Sá, um senhor quase pulou a grade dos técnicos de som, gritando: “você não estão percebendo que o som está vazando? Não dá para entender nada do que está sendo cantado!”

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