Novo disco do Violeta de Outono é viagem astral com início, meio e fim

Estadão

17 de julho de 2012 | 17h00

Ricardo Gozzi – publicado originalmente no blog Roque Reverso

A lendária banda brasileira paulistana Violeta de Outono acaba de lançar Espectro, seu nono álbum. O Roque Reverso recebeu esta semana uma cópia do CD gentilmente cedida pela banda e dá a seguir sua modesta opinião.

Mescla de música e poesia de boa qualidade, Espectro é uma viagem astral com princípio, meio e fim.

O CD abre com a bela Formas-Pensamento. Na sequência, um ouvido mais desatento talvez não se dê conta das passagens por Montanhas da Mente, Dia Azul e Ondas Leves, mas elas estão ali, quase como se fossem uno.

Claro Escuro não rompe a psicodelia, mas traz o ouvinte de volta ao chão, como uma turbulência, exigindo a atenção do piloto no meio de uma viagem tranquila.

O voo então continua com Algum Lugar e Anos-Luz, que conduzem a Espectro, faixa instrumental que dá nome ao novo trabalho do Violeta de Outono. Solstício fecha o ciclo, ou melhor, o disco.

O Violeta do Outono é formado atualmente por Fabio Golfetti (guitarra e vocais), Gabriel Costa (baixo), Fernando Cardoso (teclados) e José Luiz Dinóla (bateria). Lenda por lenda, aliás, o atual batera do Violeta de Outono foi um dos fundadores do também lendário A Chave do Sol.

Ao término de Solstício, uma versão demo intitulada News From Heaven reúne, com sutis alterações, o instrumental e a melodia de Formas-Pensamento a uma letra em inglês e deixa a vontade de se reiniciar a viagem pelas faixas de Espectro, trilha sonora para 2012 e além.

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