'Não houve ninguém como James Brown', diz biógrafo

Estadão

01 de julho de 2012 | 11h30

Gabriel Vituri – ESPECIAL PARA O ESTADO DE S. PAULO

R.J. Smith é editor-chefe da revista Los Angeles e colaborador de diferentes publicações norte-americanas. Por e-mail, ele falou ao Estado.

Como surgiu a ideia do livro?

De certa forma, foi quando eu ouvi o grito de James Brown pela primeira vez, em 1969 talvez. Venho tentando entendê-lo desde então. Formalmente, comecei meses depois de sua morte, e levei cerca de cinco anos para finalizar o projeto todo.

Qual foi a história mais peculiar que você descobriu?

Na década de 1980, a polícia foi até a casa de James Brown por conta de uma confusão qualquer; ele abriu a porta empunhando uma arma, totalmente nu, exceto por uma bandeira norte-americana enrolada no corpo. Essa imagem por si só mostra bem quem ele era.

James Brown tem hoje o reconhecimento que merece?

Como Frank Sinatra, Caetano Veloso e alguns outros, Brown se reinventou e reinventou os sons de sua banda em várias décadas. Nos EUA, ainda estamos pendurados – um pouco demais – na grandeza de Elvis Presley. Elvis era legal, mas não há ninguém que tenha feito coisas mais impressionantes do que James Brown.

Tudo o que sabemos sobre:

James Brown

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.