Interpol se reergue e mostra novo vigor

Estadão

05 de novembro de 2011 | 15h20

Pedro Antunes

O fim de 2010 e o começo deste ano não foi um dos períodos mais fáceis para o Interpol. A banda trocou duas vezes de baixista, Carlos D. e David Pajo deixaram os postos, hoje o ocupado Brad Truax. E o novo e quarto disco, homônimo, não recebeu críticas tão elogiosas assim. Ainda assim, a banda terá fãs ansiosos no Planeta Terra e no show, com ingressos esgotados, na The Clash, às 23h. O guitarrista Daniel Kessler falou ao JT.

Quando vocês foram anunciados, os ingressos do Planeta Terra já estavam esgotados. Sabiam disso quando o show extra foi marcado?

Sim, logo que concordamos em participar do festival descobrimos que não havia mais ingressos. E, por isso, optamos por um novo show.

Também esgotado…

É excitante. A gente queria ter a chance de tocar num lugar menor, com menos gente, e por mais tempo. É divertido.

O novo disco de vocês se chama ‘Interpol’. É uma espécie de volta às origens?

Escrevemos alguns títulos, com grandes sentenças, mas queríamos que o disco falasse por si.

O que levou a saída de Carlos Dengler, baixista e fundador?

Ele queria fazer algo diferente e é compreensível. Estar numa banda e lançar um disco é criar um compromisso, ele queria explorar novas possibilidades.

O primeiro disco de vocês, ‘Turn on the Bright Lights’, é venerado. É duro trabalhar sempre tendo essa comparação?

As pessoas podem comparar como quiserem. Não acho que é o melhor. Acontece que as pessoas gostam de ouvir algo pela primeira vez.

 

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