Combate Rock aposta em Mike Mangini como novo baterista do Dream Theater

Estadão

26 Abril 2011 | 23h05

Marcelo Moreira

Os empresários do Dream Theater se inspiraram em Roberto Assis, irmão e empresário de Ronaldinho Gaúcho, para revelar o nome do baterista substituto de Mike Portnoy. Para quem não se lembra, Assis fez um leilão de um mês e meio entre Flamengo, Grêmio e Palmeiras para decidir em qual clube o irmão craque iria jogar. A novela interminável terminou bem para o time carioca.

Pois o Dream Theater anunciou que encerraria a novela na última quinta-feira, com o anúncio do novo integrante. Mas parece que a banda mudou de ideia: publicou naquele dia um vídeo em seu site oficial e no YouTube um vídeo de 20 minutos com imagens dos sete bateristas testados desde setembro do ano passado. O instrumentista já está escolhido, mas ainda não foi anunciado.

Entre os sete bateristas está Aquiles Priester, ex-angra e atual Hangar. É o reconhecimento a um dos instrumentistas mais obcecados (no bom sentido) pela perfeição entre músicos brasileiros. Não é exagero dizer que Priester é um dos 10 ou 15 melhores bateristas do rock atual. Os outros concorrentes são Thomas Lang, Virgil Donatti, Mike Mangini, Marco Minnemann, Derek Roddy, Peter Wildoer.

O Combate Rock aposta em Mike Mangini como o novo baterista do Dream Theater. Além de assíduo colaborador de James LaBrie, vocalista da banda, em sua carreira solo, Mangini tem longo histórico de colaborações com a gravadora Magna Carta, dos Estados Unidos, especializada em rock progressivo e metal progressivo, comandada pelo líder do Magellan, Trent Gardner.

Recentemente entrou para o livro dos recordes (Guinness Book), com a incrível marca de 1.247 toques por minuto – não que isso signifique alguma coisa, mas vale pela curiosidade. Mangini ainda teve rápida passagem pelo Extreme, de Nuno Bettencourt, e pela banda solo de Steve Vai.