Bomba y Bicicle Music, na cola do Interpol

Estadão

05 de novembro de 2011 | 11h17

Pedro Antunes

O Bombay Bicycle Club chega ao Brasil após boas séries de shows nos festivais de verão Europeus e, aqui, enfrentarão uma parada dura. No Planeta Terra, eles terão de enfrentar um público doido para trocar de palco e ir logo assistir o Strokes. Na noite seguinte, eles fazem show no Beco 203 (R. Augusta 609, com ingressos de R$60 a R$100), às 23h, e terão outra disputa: o Interpol também fará apresentação extra, na The Clash.

O guitarrista Jamie MacColl falou com o JT sobre essa volta ao Brasil – eles estiveram por aqui ano passado –, sobre essas rivalidades, segundo ele, e sobre o disco A Different Kind Of Fix (2011):

Vocês dividirão plateia com o Beady Eye, no festival, e com o Interpol, no domingo. É uma parada dura…

É, acho que sim. Marcamos o show em São Paulo para as pessoas que não puderam ir ao festival. Acho que o Interpol foi uma grande influência nas guitarras e s vocais.

O último disco de vocês tem algumas influências de dance music, certo?

Sim, elas não são tão obvias, mas estão ali. Procuramos algo dance, ideias de hip hop, com samples.

Mas por quê?

O Jack (Steadman, vocalista) sempre gostou muito de música eletrônica e adoramos experimentar coisas novas. Foi ótimo.

Foram três discos em três anos. Não pensam em tirar alguns dias de folga, não?

Na verdade, estamos pensando muito nisso. Dar um tempo após a turnê desse disco. Mas vai demorar um pouco, já que temos datas marcadas até o próximo verão europeu. Mas tiraremos um tempo, sim. (P.A.)

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