Não é de hoje

Rafael Barion

25 de junho de 2010 | 13h00

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Há sempre muitas comédias românticas em cartaz na cidade. Difícil é achar um filme em que sofrer de amor não seja engraçado. Brilho de uma Paixão é um desses casos um tanto raros: é romântico, delicado, feminino. E triste. O longa de Jane Campion (O Piano) não é anacrônico só por isso: ele fala do relacionamento que o poeta inglês – e romântico – John Keats (1795-1821) teve com Fanny Brawne, sua vizinha. Vale vê-lo? Bem, ele é romântico, delicado, feminino. E triste. Pense nessas palavras.

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