Era difícil, mas era bom

Estadão

29 de outubro de 2010 | 20h19

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A Suprema Felicidade é o primeiro longa de Arnaldo Jabor desde Eu Sei que Vou te Amar, de 1984. Sua inspiração vem, porém, de antes disso: o diretor recriou lembranças da infância e da família para falar das dores de Pedrinho, um garoto que cresce no Rio nas décadas de 40 e 50. Mas são de Marco Nanini, o avô do garoto, os melhores momentos deste filme nostálgico. (Luiza Pereira)