E Rita Buzzar votou no…

Estadão

04 de março de 2010 | 11h56

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Depois de Laís Bodanzky, Carlos Reichenbach e Uli Burtin, a produtora Rita Buzzar é a convidada do Cinema para discutir a qualidade das salas de São Paulo. Ela sabe muito bem que cinema não pode se parecer com TV: já trabalhou em novelas, como Ana Raio e Zé Trovão (1990), e em filmes, como Olga (2004) e Budapeste (2009). 

Qual cinema de SP fez a melhor projeção de um filme seu?
As melhores sessões do Budapeste que vi foram no Arteplex Frei Caneca, no Shopping Jardim Sul e no Reserva Cultural.

E qual deixou a desejar nesse item?
Faz tempo que não vou em um cinema ruim e, quando tive experiências desagradáveis, procurei não voltar. Evito até pensar neles. 

Quais salas da cidade você  costuma frequentar?
Vou ao Cinemark Iguatemi e ao Frei Caneca pela proximidade com a minha casa. Quando estou aborrecida, vou ao Bourbon Imax, assistir aos filmes 3D e esquecer da vida. E gosto do Reserva, que tem projeção de qualidade e programação diferenciada.

Que dicas você  daria para o público avaliar a qualidade de projeção de um filme?
Acho importante checar, nos primeiros minutos, se a cópia não está riscada, se está tudo focado e se a projeção não é muito escura. E verificar o som: se tem chiados, se há áreas da plateia em que se ouve pior e se as vozes dos atores estão muito graves. Outra coisa que perturba é quando o sistema de isolamento sonoro não é bom e o áudio da sala ao lado invade. Um outro detalhe que me incomoda é quando o cinema acende as luzes logo depois que o filme termina. Acho meio estraga-prazer. O tempo dos créditos finais é bom para prestigiar o elenco e a equipe técnica, além de dar aquela primeira refletida sobre o filme. As sensações e emoções desses momentos são sempre importantes. (Renata Reps)

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