Nick Cave, o oráculo
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Nick Cave, o oráculo

Alexandre Ferraz Bazzan

04 Dezembro 2018 | 12h55

Já faz um tempo que newsletters se transformaram na minha forma preferida de ler sobre diversas coisas. Para mim, é como se o jornal fosse entregue no meu endereço. Eu assino newsletters sobre tudo e até outro dia me peguei lendo sobre motos potentes e eu nem sei dirigir ou tenho interesse em motos, sei lá como fui assinar isso.

Nick Cave em uma catedral do México. A foto veio em uma das newsletters dele

A melhor newsletter que eu cruzei, entretanto, nessa busca por informação direto na minha caixa de entrada foi a do Nick Cave. Ele criou uma cartinha periódica respondendo a perguntas de ordem artística, pessoal e existencial. Ela se chama The Red Hand Files.

Na última entrada ele respondeu sobre Deus. Apesar de discordar dos dogmas e extremismos que costumam acompanhar as religiões, ele se diz crente em algo desconhecido e coloca Deus muito mais como uma obra em progresso do que algo pronto para ser adorado.

Ele também já respondeu sobre sonhos, perda de criatividade e o fim do mundo. Uma pessoa perguntou o que ele faria se o mundo fosse acabar em 72 horas e a resposta foi curta: “I’d freak the fuck out”.

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