A criação que vem de fora

Estadão

20 de setembro de 2010 | 19h00

Há algum tempo nacionalidades e fronteiras não são mais critérios para a organização das Bienais, o que não quer dizer que o evento não seja ainda uma das mais importantes ocasiões de atualização do público brasileiro em relação à produção de outros países.  Este ano a mostra traz nomes consagrados ao lado de jovens descobertas.  Também é evidente o interesse em aproximar os brasileiros do resto da produção sul-americana.

Horóscopo. Detalhe de Circle of Animals, de Ai Wei Wei: estrela ascendente da arte chinesa, conhecido pelo projeto do estádio Ninho de Pássaro, em Pequim.

Encanto. Escultura de pêndulos e prumos da francesa Tatiana Trouvé: congelando o tempo e o movimento. Foto:  Divulgação

1 – Retrato íntimo. Nan Goldin, fotógrafa americana, é um dos destaques da mostra exibindo o filme The Ballad of Sexual Dependency (1979/2004). Foto:  Divulgação

2 – Polônia. Catastrophy é registro feito por Artur Zmijelski dos momentos posteriores ao acidente de avião que matou o presidente polonês em abril passado: revivendo os traumas de uma nação. Foto:  Divulgação

3 – Conceitual. South de Kosuth: o histórico com poder de ação no presente. Foto:  Divulgação

4 – Tornado. Cena de vídeo de Francis Alÿs, belga que vive no México. Foto:  Divulgação

5 – Jornal. O angolano Yonamine utilizou exemplares do ‘Estado’ em sua obra. Foto:  Paulo Liebert/AE

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.