O negócio do livro no mundo árabe
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O negócio do livro no mundo árabe

Maria Fernanda Rodrigues

27 de abril de 2013 | 09h11

Saiu hoje no Caderno 2 uma matéria em que conto como é a Feira do Livro de Abu Dabi, um evento tão parecido e ao mesmo tempo tão diferente das bienais brasileiras.

Começa assim:

Um editor sírio que há um ano não consegue voltar para seu país em guerra, que está refugiado com a mulher e os filhos na Jordânia e não faz ideia do que aconteceu com os livros de sua editora Bright Fingers que ficaram em Damasco. Um escritor, também sírio, esperando convite para lecionar em alguma universidade, pois não voltará para casa agora. Uma agente literária alemã vendendo direitos autorais de títulos da brasileira Callis. Uma brasileira ensinado a preparar casquinha de siri. Esses são alguns personagens que circulam desde quarta na Feira do Livro de Abu Dabi. Até segunda-feira, editores marroquinos, egípcios, tunisianos, libaneses, palestinos, líbios, argelinos, somalis, sauditas e de alguns países de fora do mundo árabe se reúnem na capital dos Emirados Árabes para vender livros, fazer contatos, atualizar-se – há uma série de palestras para profissionais, como na Feira de Frankfurt que, aliás, foi parceira do evento árabe até 2012 – e negociar direitos.

Aqui, o texto completo. E aqui uma retranca sobre três autores que deveriam ser publicados (ou mais publicados) no Brasil.

 

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