O discurso da discórdia e aquele abraço aos professores cariocas
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O discurso da discórdia e aquele abraço aos professores cariocas

Maria Fernanda Rodrigues

10 de outubro de 2013 | 04h56


O discurso de Luiz Ruffato
 feito na abertura da Feira de Frankfurt, na 3a, ainda repercutia ontem. Marçal Aquino iniciou sua fala na mesa que dividiu com Paulo Lins dizendo: “Vou sempre preferir um artista que faça política a um político que faça poesia.” Já Nélida Piñon disse: “Não falo mal de meu país fora de suas fronteiras e não falo mal de meus colegas.”

Paulo Lins aproveitou o microfone para “mandar um abraço, um saravá, aos professores do Rio em greve”.

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