Matilde Campilho, autora de ‘Jóquei’, lança ‘Flecha’ na Bienal do Livro de São Paulo
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Matilde Campilho, autora de ‘Jóquei’, lança ‘Flecha’ na Bienal do Livro de São Paulo

E ainda na Babel: 'Mãe ou Eu Também Não Gozei', de Letícia Bassit, na Claraboia e 'Meta - Dept. de Crimes Metalinguísticos' em inglês

Maria Fernanda Rodrigues

18 de junho de 2022 | 03h00

Matilde Campilho, escritora portuguesa que fez sucesso na Flip 2015 com o livro de poemas Jóquei, o mais vendido daquela edição do evento, é uma das convidadas da comitiva portuguesa que virá para a Bienal do Livro de São Paulo, em julho. Desta vez, ela lançará um livro de histórias – microcontos, écfrasis, memórias, etc.

Matilde Campilho lança ‘Flecha’ no Brasil (Crédito: Ana Paganini)

Publicado em Portugal, em 2020, Flecha chega ao Brasil, pela Editora 34, um pouco diferente. Algumas histórias saíram, duas novas entraram e a grafia foi levemente adaptada para o português brasileiro.

Flecha, nas palavras da autora, é “um conjunto de histórias independentes, em raros instantes ligadas entre si por correlações, e sempre conectadas pela passagem da flecha que as atravessa. Retratos imaginários de paisagens, animais, pessoas, gestos, incidentes. Deste tempo e de outro tempo. Alguns absolutamente inventados, outros nascidos de um qualquer acontecimento que de fato terá ocorrido”.

‘Mãe ou Eu Também Não Gozei’ chega ao catálogo da Claraboia

Lançado originalmente pela Patuá, Mãe ou Eu Também Não Gozei, de Letícia Bassit, escritora, atriz e performer, ganhará uma nova edição, agora pela Claraboia, em agosto. O livro, que transita entre a poesia e a prosa poética, entre o fluxo de consciência e os diálogos, acompanha uma mãe solo e sua gravidez não planejada com quatro possibilidades de paternidade. O volume conta com prefácio da atriz, diretora e pesquisadora Janaina Leite, além de texto inédito do psicanalista Pedro Ambra.

Paralelamente, um documentário chamado Eu Também Não Gozei, dirigido por Ana Carolina Marinho, que acompanhou a gestação de Letícia em 2017, está em fase de finalização e tem previsão de estreia no começo de 2023. A ideia é chamar a atenção para a naturalização do abandono paterno, estimular o reconhecimento espontâneo de paternidade, engajar e apoiar mulheres nos processos de investigação de paternidade, provocar a mudança da legislação brasileira sobre o tema e afirmar os direitos das mulheres à autonomia sexual e reprodutiva.

‘Meta – Dept. de Crimes Metalinguísticos’ ganha edição em inglês

Vencedora do Prêmio Jabuti na categoria História em Quadrinhos, Meta – Dept. de Crimes Metalinguísticos (Zarabatana), de Marcelo Saravá, será lançada pela editora Scout Comics nos Estados Unidos, Canadá e Austrália no dia 17 de agosto. Primeiro sai o capítulo inicial e depois a HQ completa. Serão duas capas – uma assinada por André Freitas e a outra por Brão.

Meta – Dept. de Crimes Metalinguísticos, de Marcelo Saravá, foi publicada pela Zarabatana

O primeiro capítulo de Meta – Dept. de Crimes Metalinguísticos, que foi contemplada pelo Rumos Itaú Cultural, pode ser lido aqui.

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