‘É um sonho de maturidade’, diz Raimundo Carrero sobre candidatura à Academia Brasileira de Letras
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‘É um sonho de maturidade’, diz Raimundo Carrero sobre candidatura à Academia Brasileira de Letras

Ele se candidatou à cadeira 40, que pertencia a Evaristo de Moraes Filho, morto em 22 de julho, aos 102 anos

Maria Fernanda Rodrigues

10 Agosto 2016 | 09h00

Raimundo carrero

(Foto: Roberto Pereira/Estadão)

Finalista do Prêmio São Paulo de Literatura com romance O Senhor Agora Vai Mudar de Corpo (Record), sobre sua experiência pós-AVC, o pernambucano Raimundo Carrero está diante de um novo desafio: ser eleito para a cadeira 40 da Academia Brasileira de Letras, que pertencia a Evaristo de Moraes Filho.

“É um sonho de maturidade, afinal faço 70 anos em 2017. Autor de obra extensa, penso que posso exercitar a arte da convivência na ABL, e continuar trabalhando na minha obra de reflexão sobre a condição humana. A dimensão do homem me inquieta”, diz.

Carrero conta que sempre foi incentivado pelo imortal Marcos Vinícius Vilaça e que agora resolveu tentar. “A ABL representa o coroamento de uma vida inteira dedicada à literatura e a possibilidade de conviver com escritores que sempre admirei. Aprenderei mais e exercitarei sempre”, completa o escritor.

São três as vagas abertas neste momento na Academia Brasileira de Letras.