Me dá um dinheirinho aí

João Wady Cury

16 de agosto de 2018 | 15h32

Se no exterior o dinheiro para a cultura existe e é bem gasto por aqui míngua a cada dia. O Sesc, nosso verdadeiro e legítimo Ministério da Cultura, é o grande provedor das artes cênicas. E seguimos ladeira abaixo e cada um se vira como pode. Depois do corte de investimento da Petrobrás, o Teatro Oficina, José Celso Martinez Corrêa à frente, decidiu seguir com o projeto de montar no muque Roda Viva, de Chico Buarque. A trupe lançará mão de financiamento coletivo para arrecadar R$ 1 milhão em poucos meses. Experiência e habilidade não faltam: a temporada carioca de O Rei da Vela foi financiada coletivamente. Na ausência de um Estado eficaz na cultura, é o que se faz.

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