Anthony Hopkins: um maestro?

Alvaro Siviero

14 de março de 2012 | 18h15

Acabo de receber a notícia de que o ator britânico Anthony Hopkins, 74 anos, quer se dedicar mais à música. Isso inclui uma apresentação em São Paulo, em setembro, Sala São Paulo, como regente da Orquestra Bachiana do SESI. Nada ainda 100%. Hopkins, que é fã de Beethoven e Elgar, também compõe e se arrisca na pintura.

Surpresas à parte, levanto a questão: será um concerto ou um show? Em outras palavras, os presentes querem ver uma performance do premiado ator de Hollywood ou ouvir música de qualidade? Ou as duas coisas juntas? Ou nenhuma delas? Não sei responder. Para mim, é como misturar em um mesmo prato cereja e mostarda. Pelo menos será assim na cabeça de alguns. Retifico, de muitos.

Pessoas consagradas – como é o caso – por uma sólida reputação profissional atingida deveriam se preservar um pouco mais. Podem correr o risco de uma exposição desnecessária. Sabe aquela coisa de vergonha alheia? Pois bem, é isso. Agora é esperar para ver.

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