A Música de Bento XVI, sem pausas.

Alvaro Siviero

12 Fevereiro 2013 | 10h17

A notícia, aos poucos, vai sendo digerida. Reflexão, não especulação: seria presunção tentar entender os motivos que o Papa carrega no coração. Ninguém é imprescindível. Saber situar-se no papel que devemos desempenhar é verdadeira sabedoria. Como se mostram desbotadas as atitudes daqueles que não sabem buscar essa postura, seja o político que se aferra ao poder, o líder que não sabe dar passagem a quem lhe deve suceder, o jogador que não se conforma em estar no banco de reserva, a estrela que recusa papéis secundários.

São momentos únicos na história. Daqui a 300 anos nos perguntarão se os que inauguramos o século XXI tínhamos consciência do que estamos vivendo. Para ser sinceros, não muita. Foi-me pedido que escrevesse minha experiência sobre os momentos em que pessoalmente estive com Bento XVI. Assim o fiz.

http://www.gazetadopovo.com.br/mundo/conteudo.phtml?tl=1&id=1344308&tit=O-homem-por-tras-das-vestes-brancas