Para ler debaixo d'água

Estadão

03 de agosto de 2011 | 13h29

Diz o Telegraph que será o primeiro livro à prova d’água: The Greater Bad, de Alan Cork, que por enquanto existe só em versão para Kindle. Da editora, Palamedes, que nem citada pelo jornal é, eu nunca tinha ouvido falar, mas bem pode ser uma dessas lacunas de informação que a gente tem na vida. Está previsto para maio, com revestimento em polímero resistente à ruptura e que promete aumentar o prazo de validade do volume em até 200%, sem deixar que a água cause aquelas coisas enrugadas nas bordas.

A nota conclui que só livros de crianças ou de especialistas em mergulho hoje em dia usam essa tecnologia, e que este será o primeiro modelo de um “livro comum”. É um romance de suspense.

Não sei como andam esses lançamentos nos EUA, mas lembrei que já chegou aqui na Redação, no ano passado, uma Bíblia à prova d’água. O que me chamou a atenção na época foi que ela veio numa leva junto com a Bíblia do Surfista, que, por sua vez, não era resistente ao mar.

O GIF acima é do designer Uno Moralez, que posta uns trabalhos esquisitões no live journal Supernature.

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