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Cultura

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Oscar 2020: siga cobertura online da cerimônia

Acompanhe, em tempo real e direto de Los Angeles, as últimas notícias do tapete vermelho e da premiação dos filmes e atores indicados

Em 2020, o Oscar definitivamente consagrou Parasita, do diretor sul-coreano Bong Joon-Ho. Foram quatro estatuetas: melhor filme, melhor direção, melhor roteiro original e melhor filme internacional.

O filme venceu longas como Coringa, de Todd Phillips, Era uma Vez... em Hollywood, de Quentin Tarantino, 1917, de Sam Mendes, e O Irlandês, de Martin Scorsese.

O filme Democracia em Vertigem, da cineasta Petra Costa, representou o cinema brasileiro na cerimônia concorrendo na categoria de melhor documentário, mas foi superado por Indústria Americana.

A cerimônia de entrega do Oscar foi realizada no Dolby Theater, em Los Angeles, neste domingo, 9.

O Estadão acompanhou a premiação em tempo real, com informações do editor do Caderno 2, Ubiratan Brasil, direto de Los Angeles, e com comentários dos críticos Luiz Carlos Merten e Luiz Zanin. Os jornalistas Charlise Morais, Guilherme Sobota, André Cáceres, Eliana Souza, Regina Cavalcanti e Caio Nascimento também participam da cobertura. Veja como foi a cerimônia e continue acompanhando conosco a repercussão!

ACOMPANHE AO VIVO

Atualizar
  • 02h16

    10/02/2020

    Amigos do Estadão,

    Muito obrigado por acompanhar conosco a cerimônia de premiação do Oscar 2020.

    Amanhã — segunda-feira — voltamos com mais entrevistas e repercussões sobre a festa do cinema.

    Um abraço!

  • 02h13

    10/02/2020

    Análise: Por que 'Parasita', de Bong Joon-Ho, levou as principais estatuetas do Oscar 2020?

    Todos esses prêmios contemplam uma obra que, desde a vitória com a Palma de Ouro em Cannes, no ano passado, tem sido tema de admiração e polêmica. Realizado com precisão absoluta – a ponto de a Academia ter ignorado o portentoso plano-sequência, mesmo que não seja um só, de 1917 –, o filme também segue uma tendência expressa no brasileiro Bacurau, no francês Les Misérables e no norte-americano Coringa – a revolta dos excluídos face às desigualdades do mundo.

    Leia a análise de Luiz Carlos Merten sobre a vitória de Parasita.

  • 01h53

    10/02/2020

    Oscar 2020: 'Parasita' faz história ao levar melhor filme, direção, roteiro e filme internacional

    Obra do diretor sul-coreano Bong Joon-ho é o primeiro filme produzido fora dos Estados Unidos e falado em outra língua, que não o inglês, a levar o prêmio principal da noite

    Leia aqui a matéria completa de Luiz Carlos Merten sobre o Oscar 2020.


    Mario Anzuoni/Reuters

  • 01h51

    10/02/2020

    VEJA AQUI a lista completa dos vencedores do Oscar 2020!

  • 01h32

    10/02/2020

  • 01h32

    10/02/2020

    Filme: E a incrível Jane Fonda anunciou o inacreditável: a vitória de Parasita, do coreano Bong Joon-ho. Inútil dizer que ninguém acreditava nessa hipótese e que todo mundo apostava em 1917. Mas o prêmio é merecido. É o mais original e mais bem dirigido dos concorrentes. E, sobretudo, assinala um momento histórico em que a Academia premia pela primeira vez como melhor filme uma produção estrangeira e não falada em inglês. Mudou o eixo. Em termos de cinema internacional, é um momento que entra para a história. Um marco. (Luiz Zanin Oricchio)

  • 01h30

    10/02/2020

    Kwak Sin Ae (Produtora de Parasita): "Estou sem palavras. Estou tão feliz, nunca acreditei que isso aconteceria. Eu sinto como um momento oportuno conforme a história está acontecendo. Expresso minha gratidão profunda e respeito a todos os membros da Academia por tomarem essa decisão".

  • 01h27

    10/02/2020

    PARASITA É O PRIMEIRO FILME NÃO PRODUZIDO NOS EUA E FALADO EM LÍNGUA DIFERENTE DO INGLÊS, EM 92 ANOS DE OSCAR, A LEVAR A CATEGORIA PRINCIPAL!

  • 01h26

    10/02/2020

    A próxima categoria é a final da noite. MELHOR FILME!

    E o Oscar vai para... PARASITA!

  • 01h20

    10/02/2020

    Atriz: Renée Zellweger. Era outra favorita. E merece, por sua interpretação visceral da fase final da atriz e cantora Judy Garland, celebrizada, ainda adolescente em O Mágico de Oz. Ela não busca uma semelhança física com a personagem, mas procura a essência do seu sofrimento e insegurança. Tenho lá minhas restrições ao filme, mas a atuação dela é impecável e emocionada. Mereceu. (Luiz Zanin Oricchio)

  • 01h19

    10/02/2020

    LOS ANGELES — Um ofegante Elton John chegou à sala de imprensa para a entrevista. Perguntado o quão essa indicação e vitória eram diferente para ele, por ser um projeto tão pessoal, ele apontou Bernie Taupin, seu colega também vencedor: "Sem Bernie, eu não estaria aqui. Foi ele o responsável por essa nossa história que já dura 53 anos. E, me desculpem, mas Taron Egerton teve a melhor performance do ano". (Ubiratan Brasil)

    REUTERS/Lucas Jackson

  • 01h18

    10/02/2020

    Renée Zellweger: "Obrigada à Academia. Essa é uma das experiências mais profundas da minha vida". A atriz agradeceu aos produtores do filme, bem como a imigrantes, que ela chamou de colegas, e um time tão diverso quanto Harriet Trubman, Martin Scorsese e bombeiros. "Estou certa de que esse momento é uma celebração do legado de Judy Garland", comentou. "Miss Garland, você certamente está entre os heróis que nos definem, e isso é para você".

  • 01h14

    10/02/2020

    A próxima categoria é... melhor atriz.

    E o Oscar vai para... RENÉE ZELLWEGER, POR JUDY!

  • 01h12

    10/02/2020

    Ator: Deu o favorito, Joaquin Phoenix, por Coringa. Não tinha para mais ninguém. Ele é a alma desse filme estranho, transformando um vilão de HQ em porta-voz dos esquecidos da sociedade. Ao receber seu troféu, fez um belo discurso, contra a injustiça que cresce pelo mundo como contrapartida do progresso e da globalização. Foi aplaudido várias vezes durante seu agradecimento. (Luiz Zanin Oricchio)

  • 01h12

    10/02/2020

    Joaquin Phoenix: "Parem (com os aplausos). Não me sinto acima dos meus colegas indicados ou de ninguém aqui nesta sala. Não sei o que seria de mim sem os filmes. Mas o dom que o cinema me deu foi o de usar minha voz para os sem voz. Tenho pensado muito nos problemas que enfrentamos coletivamente. Se estamos falando sobre igualdade de gênero, racismo, direitos indígenas, estamos lutando pelo direito de justiça. Acho que estamos muito desconectados do mundo real ao acreditar que somos o centro do universo.  Temos medo da ideia de mudanças porque pensamos que temos que abrir mão de muitas coisas. Mas o ser humano pode bom. Eu fui egoísta, cruel, difícil de trabalhar. Mas muitos aqui me deram uma segunda chance. Nosso melhor não é quando cancelamos um ao outro, mas quando guiamos os outros para um caminho melhor. É isso a humanidade".

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