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Mulheres é que mandam em 'Fuller House', continuação de 'Três É Demais'

Com 13 episódios, série estreia nesta sexta-feira

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Mariane Morisawa,
ESPECIAL PARA O ESTADO

25 Fevereiro 2016 | 18h55

PASADENA - No ar de 1987 até 1995, a série Três É Demais, ganha agora um misto de spin-off e continuação com a estreia de Fuller House, nesta sexta, 26. No seriado original, Danny Tanner (Bob Saget) ficava viúvo e, para cuidar das três filhas, D.J. (Candace Cameron), Stephanie (Jodie Sweetin) e Michelle (Mary-Kate e Ashley Olsen), recrutava o cunhado Jesse (John Stamos) e o amigo Joey (David Coulier). As mulheres são as protagonistas na nova versão, que tem 13 episódios mostrando como a família vive após 20 anos.

Agora viúva, D.J. (Candace Cameron-Bure) precisa cuidar sozinha de três meninos, o rebelde Jackson (Michael Champion), o neurótico Max (Elias Harger) e o bebê Tommy Jr. (Dashiell e Fox Messitt). É então que sua irmã mais nova Stephanie e a vizinha Kimmy (Andrea Barber), junto com a filha adolescente Ramona (Soni Nicole Bringas), mudam-se para sua casa para ajudá-la. “Três É Demais era sobre três caras que não eram especialistas em paternidade e estavam tentando descobrir um caminho”, disse o criador e produtor Jeff Franklin em entrevista, em Pasadena. “Fuller House é focada nessas mulheres que se juntam para formar uma nova família. Acho ótimo ter três mulheres como protagonistas.” Quem ficou de fora dessa casa das três mulheres foi a mais nova da família Tanner, Michelle – as gêmeas Olsen não quiseram participar, segundo o produtor Bob Boyett.

Todos os atores principais da série original aparecem. “O piloto é um presente para os fãs antigos”, disse Candace Cameron-Bure. “Nós mostramos onde estão os personagens, fazemos muitas referências a Três É Demais.”

No segundo episódio, Danny, Joey, Jesse e sua mulher Rebecca (Lori Loughlin) já foram cuidar de suas vidas e deixaram a série para as novas protagonistas. “Eles vão reaparecer toda vez que fizer sentido”, explicou Boyett. Fuller House sofreu algumas mudanças em relação ao original. “No passado, eles tinham de controlar quanto tempo os filhos viam TV. Agora, é o uso de computadores e iPads”, contou Boyett.

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