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Maria Eugênia Suconic encerra a 4ª temporada do 'Adotada', da MTV

Seu amadurecimento refletiu na dinâmica do programa

Gabriel Perline, O Estado de S.Paulo

16 Julho 2017 | 06h00

Há quatro anos, foi apresentada ao público como ‘a ex-namorada de Supla’ no reality show Papito in Love. Mais divertida que seu ex famoso, foi testada como protagonista de um programa solo. Deu certo. Hoje, comanda uma das atrações de maior audiência da MTV e é a única apresentadora fixa do canal. Maria Eugênia Suconic caiu nas graças do público com seu bom humor e espontaneidade, ingredientes que fizeram o seu Adotada receber uma indicação para o Emmy Internacional e chegar à quarta temporada. O último episódio vai ao ar nesta terça-feira, 18, às 21h.

“Eu passei por uma fase de transição no Adotada”, explica. “Talvez porque eu esteja ficando velha e já começo a ver as coisas de um jeito diferente. A minha mudança pessoal acabou mudando o programa, porque é um reality show que não tem roteiro.”

Mareu - como é chamada por seus fãs - estreou no Adotada aos 26 anos. Não negava uma noitada com as famílias que a adotavam, fumava um maço de cigarro por balada, não cuidava de sua alimentação e era um pouco arredia, chegando a protagonizar discussões acaloradas com participantes do reality. Na atual temporada, ela se mostrou diferente. “Muita gente me mandou mensagem dizendo que o programa estava muito calmo e que queria ver ‘tretas’. Mas eu não sou incoerente e não vou sair brigando quando nada aconteceu”, justifica.

Deixar de morar com os pais e passar a viver em seu próprio apartamento, chegar aos 30 anos de idade e atravessar o ‘retorno de Saturno’ - período da astrologia que marca a chegada à vida adulta plena - a transformaram. “Não fumo mais. Cuido da minha alimentação, evito frituras e outras coisas que me fazem mal. Tenho ido à academia. E consigo acordar às 9h sem a ajuda do despertador, algo que jamais imaginei que pudesse acontecer. Não levantava da cama antes das 13h”, admite.

Seu amadurecimento refletiu na dinâmica do Adotada. Foi perceptível sua mudança de postura nas casas que a receberam. Tanto que parte das famílias que a ‘adotou’ contava com suas observações para ajudar a resolver problemas antigos de relacionamentos entre os parentes. “Eu não sou a Supernanny, mas dou os meus conselhos. E é bom quando algo que eu digo ajuda a transformar, para melhor, a vida daquela família”, diz.

Gran finale. No último episódio desta temporada, Maria Eugênia é pega de surpresa e acaba adotada por sua própria família. O namorado, André Bankoff, com quem vive atualmente, conduz a ‘adoção’ e expõe parte da rotina da apresentadora. Além de saber o que ela faz quando não está gravando o reality show, o público terá acesso à sua intimidade e saberá detalhes do relacionamento com seus parentes. Alguns ‘fantasmas’ serão expostos. “Foi uma surpresa e senti na pele o que as famílias passam. Deu para mostrar a essência da minha família”, explica.

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