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8ª temporada de 'NCIS: LA' é marcada por traição e perda

Com uma trajetória de sucesso, série estreia neste sábado, 18, no A&E

Mariane Morisawa, ESPECIAL PARA O ESTADO

17 Março 2017 | 20h13

LOS ANGELES - NCIS: LA estreou na esteira do sucesso de NCIS, que em sua 14.ª temporada continua colocando multidões em frente à televisão todas as semanas. A irmã mais nova chega a seu oitavo ano, que estreia no Brasil neste sábado (18), às 22h25, no canal A&E, sem ter motivos para reclamação em termos de audiência. “É muito bom estar numa série que as pessoas gostam de ver, porque já fiz coisas que ninguém assistiu”, disse Chris O’Donnell, que faz o agente G. Callen, em set visit com a participação do Estado, em Los Angeles. Para ele, o segredo foi fazer o público se apaixonar pelos personagens. “Aí, eles vão ligar a TV todas as semanas, porque é confortante, eles querem ver o que seus amigos vão aprontar.”

O “bromance” entre G. Callen e Sam Hanna (LL Cool J) é um dos grandes atrativos da série, por exemplo. “É engraçado porque Chris e eu somos muito diferentes e muito similares”, afirmou LL Cool J, curiosamente repetindo o que O’Donnell tinha dito um pouco antes. “Chris gosta de jogar golfe. E eu sou boxeador. São mundos diferentes! Mas nos damos bem por causa dessas diferenças.” 

A equipe de investigação também conta com outros personagens queridos, como a diminuta (em tamanho) supervisora Henrietta Lange (Linda Hunt), a especialista em línguas Kensi Blye (Daniela Ruah) e o operador de tecnologia Eric Beale (Barrett Foa). Mas Scott Gemmill, que substitui o criador Shane Brennan no papel de showrunner (responsável por cuidar da direção da trama e da produção em geral), tem algumas tramas saborosas, como revelar quem é o traidor dentro do grupo nesta oitava temporada. Ele também sempre tenta colocar coisas da vida real na série, apesar de frisar não se tratar de um programa político. “Nosso mundo é afetado pelo que acontece à nossa volta”, afirmou. 

Na leitura de mesa a que o Estado assistiu, há menções à atual política de imigração dos Estados Unidos, por exemplo, e a equipe vai à Síria. A parte mais difícil de sua nova função, porém, foi dar adeus a Miguel Ferrer, que fazia Owen Granger e morreu em janeiro. “Ele sempre queria trabalhar, era da realeza de Hollywood, gostava de vir ao estúdio”, contou Gemmill. “Lidamos com sua morte da maneira que pudemos, não estava pronto para dizer adeus, éramos muito amigos. Hoje, na leitura de mesa, ainda havia o nome dele, como homenagem. Estamos terminando de gravar esta temporada, com o tempo vamos descobrir como fazer.”

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