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Bailarino Carlos Acosta retorna a raízes cubanas com nova companhia de dança

Comparado com o lendário Rudolf Nureyev, já se apresentou com algumas das maiores companhias do mundo

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18 Março 2016 | 17h11

Astro internacional do balé, Carlos Acosta irá retornar às suas raízes cubanas quando sua nova companhia de dança subir ao palco no mês que vem (abril).

Desde que se aposentou do Royal Ballet de Londres no ano passado, onde era o principal artista convidado, o dançarino de 42 anos voltou à sua nativa Havana para fundar a Acosta Danza.

"Meu país me tornou possível virar um bailarino, e quero passar isso adiante também", disse Acosta em uma coletiva de imprensa na quinta-feira, 17. "É daí que a ideia da minha companhia, de fundar uma escola, veio – para estabelecer uma plataforma, criar este caminho, mas não somente para Cuba, para o mundo."

Tendo treinado na Escola Nacional de Balé de Cuba, Acosta mais tarde se apresentou com algumas das maiores companhias de balé do mundo.

Ele já foi comparado com o lendário bailarino Rudolf Nureyev e recebeu inúmeras homenagens em sua carreira, incluindo um Prêmio Olivier por Excelência na Dança, uma das três maiores honrarias do teatro britânico.

Acosta se juntou ao Royal Ballet em 1998 e dançou Carmen em sua apresentação de despedida no ano passado.

"Meu coração sempre está em Cuba. Poderia ter aberto minha companhia na Inglaterra e eles teriam me dado tudo", afirmou.

 

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